kazé
paulista
São Paulo - SP
Ficha técnica
Área do terreno - 120m²
Área construída - 335m²
Início do projeto - 2008
Conclusão da obra - 2009
Área construída - 335m²
Início do projeto - 2008
Conclusão da obra - 2009
Equipe
Autores - Fernando Forte, Lourenço Gimenes, Rodrigo Marcondes Ferraz
Coordenadores - Dante Furlam
Colaboradores - Renata Davi, Renata Góes, Luiz Florence, Adriana Junqueira, Paloma Delgado, Ivo Magaldi, André Malheiros, Luciana Muller, Débora Zepellini, Nilton Rossi, Ana Paula Barbosa, Eva Suárez, Marília Caetano, Bruno Araújo, Monica Harumi
Fotógrafo - Fran Parente
Construtora - SEMA Engenharia
Interiores - FGMF
O programa solicitado pelo cliente foi um espaço comercial para um salão de cabeleireiros, mais um de uma rede de seis lojas já estabelecidas em São Paulo. Mais que apenas um edifício em si,
este salão deveria estar alinhado à linguagem estética desenvolvida pela própria FGMF para o Edifício Kaze da Mooca, em 2004, que se tornou símbolo e padrão para toda a rede.
O edifício Kaze unidade Paulista foi então implantado em um terreno estreito e pequeno, geminado em ambos os lados. Pelas dimensões exíguas, pelos quatro pavimentos do prédio e pela necessidade de iluminação natural, a fachada, formada por placas de vidro em diferentes planos e o átrio ganharam grande importância. A fachada é o elemento que dá o caráter contemporâneo do prédio, é um grande elemento facetado que se transforma em uma potente lanterna para a cidade após o entardecer. O átrio do centro do prédio, que percorre todos os
pavimentos tem como elemento de principal destaque um grande painel de ladrilho hidráulico, projetado pelo artista plástico Fábio Flaks, que se transformou no ponto focal daqueles que estão
cortando seus cabelos. Os espaços organizam-se de forma simples em quatro pavimentos, articulados por uma escadaria metálica na porção frontal. No nível inferior ficam recepção e trocadores. No segundo e no terceiro piso, ficam dispostas as áreas de corte, lavagem, tinturas, depilação, banheiros e copa. O último andar do prédio abriga a administração. A pele de vidro, além de ser o principal meio para a entrada de luz natural, faz parte de um
engenhoso dispositivo de ventilação controlada e controle passivo de temperatura. Partes do painel de vidro se abrem possibilitando a entrada do ar, que circula por todo este ambiente aquecido antes de ser sugado por exaustores no último andar.
O lote de dimensões exíguas possibilitou a criação de um edifício totalmente conectado à malha urbana e colado em ambas as divisas, mas que ao mesmo tempo exprime de forma positiva a sua
individualidade no constante contraste com os edifícios circundantes, qualificando o bairro em que está inserido.
este salão deveria estar alinhado à linguagem estética desenvolvida pela própria FGMF para o Edifício Kaze da Mooca, em 2004, que se tornou símbolo e padrão para toda a rede.
O edifício Kaze unidade Paulista foi então implantado em um terreno estreito e pequeno, geminado em ambos os lados. Pelas dimensões exíguas, pelos quatro pavimentos do prédio e pela necessidade de iluminação natural, a fachada, formada por placas de vidro em diferentes planos e o átrio ganharam grande importância. A fachada é o elemento que dá o caráter contemporâneo do prédio, é um grande elemento facetado que se transforma em uma potente lanterna para a cidade após o entardecer. O átrio do centro do prédio, que percorre todos os
pavimentos tem como elemento de principal destaque um grande painel de ladrilho hidráulico, projetado pelo artista plástico Fábio Flaks, que se transformou no ponto focal daqueles que estão
cortando seus cabelos. Os espaços organizam-se de forma simples em quatro pavimentos, articulados por uma escadaria metálica na porção frontal. No nível inferior ficam recepção e trocadores. No segundo e no terceiro piso, ficam dispostas as áreas de corte, lavagem, tinturas, depilação, banheiros e copa. O último andar do prédio abriga a administração. A pele de vidro, além de ser o principal meio para a entrada de luz natural, faz parte de um
engenhoso dispositivo de ventilação controlada e controle passivo de temperatura. Partes do painel de vidro se abrem possibilitando a entrada do ar, que circula por todo este ambiente aquecido antes de ser sugado por exaustores no último andar.
O lote de dimensões exíguas possibilitou a criação de um edifício totalmente conectado à malha urbana e colado em ambas as divisas, mas que ao mesmo tempo exprime de forma positiva a sua
individualidade no constante contraste com os edifícios circundantes, qualificando o bairro em que está inserido.