escola
sesc
Rio de Janeiro - rj
Ficha técnica
Área do terreno - 131.000m²
Área construída - 29.000m²
Início do projeto - 2004
Conclusão da obra - 2007
Área construída - 29.000m²
Início do projeto - 2004
Conclusão da obra - 2007
Autores - Fernando Forte, Lourenço Gimenes, Rodrigo Marcondes Ferraz, Luis Índio da Costa
Colaboradores - André Barreto, Anna Rita Figueira, Christian Smith, Joyce Camilo, Lígia Cury, Maria Teresa Mesquita, Mariana Caillaux, Mauricio Duarte e Rodrigo Carneiro
Fotógrafo - Pedro Kok
Paisagista - CAP
.
Primeiro lugar em uma competição fechada entre escritórios do Rio de Janeiro e São Paulo, o SESC Escola da Barra é resultado da colaboração entre os escritórios Índio da Costa Arquitetura e FGMF. Após o desenvolvimento conjunto do masterplan, os escritórios dividiram o projeto dos edifícios, cabendo ao FGMF o desenvolvimento da biblioteca central, do ginásio, da área esportiva e do refeitório.
A biblioteca, implantada junto ao espelho d’água central do complexo, estabelece uma clara referência à arquitetura moderna paulista, especialmente às obras de Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha. Organizada em torno de um grande átrio de chegada, sua estrutura principal é formada por uma viga de concreto com pé-direito equivalente a um pavimento, que simultaneamente abriga o acervo, conforma uma passarela de circulação e define o fechamento superior do edifício. Sob esse volume maciço, o fechamento integralmente envidraçado cria um contraste entre peso e leveza, convidando o visitante a adentrar o espaço. O acesso ocorre por uma passarela sobre o espelho d’água, reforçando simbolicamente a transição para um ambiente dedicado ao estudo e à contemplação.
O ginásio foi concebido como uma grande praça coberta, integrada às áreas esportivas e de lazer do SESC. Sua arquitetura baseia-se na separação entre dois elementos independentes: um embasamento de concreto, que abriga a quadra, arquibancadas e equipamentos de apoio, e uma ampla cobertura metálica que parece flutuar sobre ele. A cobertura é sustentada por grandes arcos metálicos externos com vão de 70 metros, posicionados acima da estrutura para reforçar sua presença plástica e, ao mesmo tempo, preservar a sensação de leveza no interior. O espaço livre entre embasamento e cobertura é o principal elemento do projeto, permitindo ventilação e iluminação naturais abundantes, além de promover a continuidade visual entre interior e exterior, fundamental para o clima e o caráter aberto do conjunto.
A biblioteca, implantada junto ao espelho d’água central do complexo, estabelece uma clara referência à arquitetura moderna paulista, especialmente às obras de Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha. Organizada em torno de um grande átrio de chegada, sua estrutura principal é formada por uma viga de concreto com pé-direito equivalente a um pavimento, que simultaneamente abriga o acervo, conforma uma passarela de circulação e define o fechamento superior do edifício. Sob esse volume maciço, o fechamento integralmente envidraçado cria um contraste entre peso e leveza, convidando o visitante a adentrar o espaço. O acesso ocorre por uma passarela sobre o espelho d’água, reforçando simbolicamente a transição para um ambiente dedicado ao estudo e à contemplação.
O ginásio foi concebido como uma grande praça coberta, integrada às áreas esportivas e de lazer do SESC. Sua arquitetura baseia-se na separação entre dois elementos independentes: um embasamento de concreto, que abriga a quadra, arquibancadas e equipamentos de apoio, e uma ampla cobertura metálica que parece flutuar sobre ele. A cobertura é sustentada por grandes arcos metálicos externos com vão de 70 metros, posicionados acima da estrutura para reforçar sua presença plástica e, ao mesmo tempo, preservar a sensação de leveza no interior. O espaço livre entre embasamento e cobertura é o principal elemento do projeto, permitindo ventilação e iluminação naturais abundantes, além de promover a continuidade visual entre interior e exterior, fundamental para o clima e o caráter aberto do conjunto.